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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Gladiador


Gladiador

 

Sinto-me um gladiador com forte armadura.

Pesado gládio na mão ameaçando sempre.

Minha armadura é feita de verbo e exclamações.

Meu gládio potente são ideias pesadas e perigosas.

O escudo brilhante é feito de história.

Minhas botas são feitas de geografia.

Meu capacete é feito do metal sociologia.

Nos olhos a proteção forte da filosofia.

Cada adaga minha é um verbete de dicionário.

Adagas ferem e sangram incompetências.

Sou um gladiador pouco valente, mas bem armado.

Minha forte armadura e minhas armas potentes assustam.

As pessoas assustadas não querem contato. Têm medo das armas.

Armas que ferem os aloucados opinadores e maledicentes.

Gladiadores lutam sempre. Cada luta é de vida ou de morte.

Eu sou um gladiador sempre. Cada luta minha é de vida ou de vida.

Quero lutas e mais lutas. Quero brandir minhas armas fortemente.

Quero decepar ignorâncias. Torturar ignomínias. Golpear arrogâncias.

Gladiador e Dom Quixote. Procuro aventuras e vitórias verbais.

Que venham e me enfrentem. Para cada ignorante tenho um golpe certeiro.

 

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