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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Força!

Prof. Amilcar Bernardi

No meu peito uma usina a funcionar...
Meu corpo contém energia nuclear
de bombas com megatons infinitos...
Meus pulmões têm potentes gritos
de milhões de decibéis ensurdecedores!
Meu coração possante tem motores
feitos para aviões de guerras mortais...
Minha pele não reprime as irradiações fatais
da minha interna e perigosa usina nuclear...
Sou arma terrível: são mísseis meu poetar!
Sou general de terrível exército: meus poemas!
Sou forte como as bombas; sou leve como as falenas!



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