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sábado, 15 de setembro de 2012

A chuva...

Amilcar Bernardi 

No céu uma cascata toda cinza
Na vidraça uma chuva que pinga
 
Das inúmeras valetas do céu escorrem escuridões...
Lampiões celestiais acendem raios e fulgurações...
 
O céu é um rio que transborda enchentes!
Ondas e mais ondas de chuva molham as gentes...
 
As nuvens correm carregando negras cores.
Os ventos mais ventam molhados odores.
 
No chão correm guarda-chuvas e coloridas sombrinhas.
Para casa fogem pais, mães, crianças, tias e sobrinhas!
 
Enlaçada ao moço que ama, sorri a moça tão bela.
Todos com medo... e o casal? Sorriem e fecham a janela!
 

 

 

 

 

Um comentário:

  1. Os fatos cotidianos inspiram o poeta e ele deixa-se levar como o vento.

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