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quinta-feira, 3 de maio de 2012

O julgamento...


Mesa grande. Um computador ao lado.

Mesa enorme. Ele como um juiz, sentado.

Do outro lado, o pequenino.

Cadeirona para o menino.

Junto à mesa, o perigo.

Qual crime? Qual castigo?

Qual peraltice? Já não importa.

Julgamento. Que feche-se a porta!

É inquérito muito pertinente

para o pequeno delinquente!

Que lavre-se uma ata,

que a caneta seja chibata!

Que seja rápido o julgamento.

Puna-se o mal comportamento!

Então a mesa enorme, gigante,

cresce sobre o pequeno infante!

Tão pequeno o perigoso infrator,

que seja condenado pelo diretor!

Na importante aula jogar bolinha?

Então que não vá para a pracinha!

Castigo sempre para toda a infração!

Para cada má nota, uma reprovação!

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