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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

A vez primeira...

Qual inúmeros vaga-lumes
ou como espalhados perfumes
teus encantos por aí vão...

Qual do relâmpago o clarão
em mágica noite rara:
Ah! Em nada se compara

Teus juvenis encantos!
Teus luzentes cabelos
tão cheios de desvelos

fazem sutis acalantos
na tua face clara...
Que verso se equipara

A essa mulher-poema?
A beleza dela condena
as moças todas a feiúra!

Com demasiada usura
para mim a desejo!
Ela é tremendo lampejo!

Ao vê-la na vez primeira,
inocente poetinha,
tanta luz ela tinha
que provocou-me cegueira!

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